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Plano de Resíduos Sólidos custará R$ 600 mil para Prudente

Da Redação

Em 09/12/2019 às 21:04

Segundo o diretor-executivo do Cisorp, Mateus Godoi, o consórcio está avançando para uma solução definitiva

(Foto: Marcos Sanches/Secom)

R$ 599.468,00. Este é o valor que a Prefeitura de Presidente Prudente terá que desembolsar no rateio para pagamento do custo do Plano Regional de Resíduos Sólidos Urbanos, que conta ainda com mais nove municípios. Porém, a capital do Oeste Paulista será responsável por cerca de 60% do valor total.

De acordo com o Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos do Oeste Paulista (Cirsop), o plano deverá ser entregue em junho. Os dados foram apresentados em assembleia geral extraordinária na última semana.

O custeio total está orçado em R$ 1.090.800, sendo o rateio para manutenção do Cirsop e elaboração do plano regional. Levando em consideração a população estimada de cada município em 2018, será o seguinte: para Prudente, R$ 599.468; Álvares Machado, R$ 65.551; Caiabu, R$ 11.062; R$ Martinópolis, R$ 69.403; Paraguaçu Paulista, R$ 120.001; Presidente Bernardes, R$ 35.822; Rancharia, R$ 78.376; Regente Feijó, R$ 48.824; Santo Anastácio, R$ 55.147; e Santo Expedito, R$ 8.147.

Segundo o diretor-executivo do Cisorp, Mateus Godoi, o consórcio está avançando para uma solução definitiva no que diz respeito aos resíduos sólidos. “Houve um convênio entre o consórcio e a Fundunesp [Fundação para o Desenvolvimento da Unesp], que tem a inteligência e detém todas as questões para auxiliar o Cisorp sobre qual a melhor forma para regularizarmos a situação dos resíduos na região. Estamos na fase de diagnóstico, depois vem o prognóstico e, na sequência, a execução do plano”, diz.

“Com a junção dos municípios no  consórcio, a solução adequada para dispor adequadamente os resíduos, bem como fazer o tratamento do mesmo, será mais barata a todos, pois o volume será maior, o que, consequentemente, barateará o custo”, explica.

Prudente produz mais de 200 toneladas de lixo ao dia, o que representaria algo em torno de R$ 20 milhões caso a solução fosse privatizada, segundo Godoi.

“As prefeituras deverão estar dentro das normas aplicadas em relação à legislação ambiental. Os municípios conveniados ao Cisorp estão um passo a frente desse processo”, finaliza.

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